Estou postando aqui a famosa propaganda da Ikea, empresa sueca de móveis e decoração. E tambem a abertura da novela 7 Pecados da Globo, ambos citados em aula pelo professor.
http://www.youtube.com/watch?v=sqRjiE_GAd8
http://www.youtube.com/watch?v=NL3Hg56YpoM
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quarta-feira, 24 de outubro de 2007
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Loja inaugura vitrine sensível ao toque
grife Ralph Lauren inaugurou nesta quarta-feira uma vitrine interativa sensível ao toque na sua filial em Londres. A novidade permite que os clientes façam compras a qualquer hora do dia apenas tocando na vitrine. O ex-tenista Boris Becker, embaixador da marca, participou da inauguração.
» Veja a imagem ampliada » Ralph Lauren usa sistema que permite compra pela vitrine
Becker, ex-campeão em Wimbledon, demonstrou a vitrine, que também exibe aos clientes a linha Wimbledon e clipes de partidas de tênis. "Ela dá outra possibilidade de se pedir roupas bonitas", disse o ex-campeão.
Uma vitrine similar foi implantada em Nova York no ano passado, durante o U.S.Open. Em Londres, a homenagem é para o torneio de Wimbledon, e a vitrine será fechada após o encerramento do torneio.
Modelos em roupas da Ralph Lauren são projetados em uma tela de 78 polegadas sensível ao toque. Ao encostar em um modelo na vitrine, o consumidor é levado à uma página onde podem colocar o produto em seu carro de compras virtual. "Nunca havia visto nada como isso", disse Becker.
Os consumidores são contatados por e-mail ou telefone no dia seguinte, para dar com segurança dados de pagamento e confirmar a entrega.
A janela interativa vai mostrar também o resultado dos jogos de Wimbledon durante o torneio, além de dicas em vídeo sobre tênis. Ao apertar o quadrado escrito 'forehand dive', um jogador atravessa a tela correndo e mergulha para pegar a bola com a raquete, ilustrando a jogada imortalizada por Becker.
"Moda e esporte se misturam bem", disse Becker, que ganhou Wimbledon em 1985 aos 17 anos de idade.
» Veja a imagem ampliada » Ralph Lauren usa sistema que permite compra pela vitrine
Becker, ex-campeão em Wimbledon, demonstrou a vitrine, que também exibe aos clientes a linha Wimbledon e clipes de partidas de tênis. "Ela dá outra possibilidade de se pedir roupas bonitas", disse o ex-campeão.
Uma vitrine similar foi implantada em Nova York no ano passado, durante o U.S.Open. Em Londres, a homenagem é para o torneio de Wimbledon, e a vitrine será fechada após o encerramento do torneio.
Modelos em roupas da Ralph Lauren são projetados em uma tela de 78 polegadas sensível ao toque. Ao encostar em um modelo na vitrine, o consumidor é levado à uma página onde podem colocar o produto em seu carro de compras virtual. "Nunca havia visto nada como isso", disse Becker.
Os consumidores são contatados por e-mail ou telefone no dia seguinte, para dar com segurança dados de pagamento e confirmar a entrega.
A janela interativa vai mostrar também o resultado dos jogos de Wimbledon durante o torneio, além de dicas em vídeo sobre tênis. Ao apertar o quadrado escrito 'forehand dive', um jogador atravessa a tela correndo e mergulha para pegar a bola com a raquete, ilustrando a jogada imortalizada por Becker.
"Moda e esporte se misturam bem", disse Becker, que ganhou Wimbledon em 1985 aos 17 anos de idade.
iPhone lança moda da tela sensível ao toque
Mais de 100 milhões de aparelhos de mão com telas sensíveis ao toque estarão no mercado em 2008, de acordo com um estudo da ABI Research. O aumento no número de dispositivos com a tecnologia começou depois do aparecimento do Apple iPhone, de acordo com a vnunet.com.
» Site diz que MacBook terá tela de toque do iPhone » Loja inaugura vitrine sensível ao toque » Chat: tecle sobre a notícia
LG Prada, HTC Touch, Samsung Ultra-Smart F700 e a linha composta pelo Sony Ericsson P990, M600, e W950 são alguns exemplos das novidades com a tecnologia.
Touchscreens estão ganhando popularidade e se tornando mais comuns em telefones. A tecnologia faz o aparelho mais intuitivo, agradável e eficiente para o uso, de acordo com o estudo.
Shailendra Pandey, pesquisadora da ABI Research, disse que "aparelhos com interfaces intuitivas permitem acesso rápido e fácil a várias aplicações e serviços, além de resultar em lucros para a empresa e operadoras de celular ao gerar um valor agregado".
O estudo mostra que muitos smartphones e celulares de última geração foram fracassos de venda por causa de sua interface muito complexa para o uso convencional.
A ABI prevê que mais de 500 milhões de aparelhos com touchscreen estarão no mercado até 2012. "Uma boa interface para um aparelho é importante não só para impressionar o usuário, mas também para fornecer um suporte rápido e possibilitar mudanças rápidas e flexíveis de design, além da customização, mantendo um baixo custo de hardware", disse Pandey.
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LG Prada, HTC Touch, Samsung Ultra-Smart F700 e a linha composta pelo Sony Ericsson P990, M600, e W950 são alguns exemplos das novidades com a tecnologia.
Touchscreens estão ganhando popularidade e se tornando mais comuns em telefones. A tecnologia faz o aparelho mais intuitivo, agradável e eficiente para o uso, de acordo com o estudo.
Shailendra Pandey, pesquisadora da ABI Research, disse que "aparelhos com interfaces intuitivas permitem acesso rápido e fácil a várias aplicações e serviços, além de resultar em lucros para a empresa e operadoras de celular ao gerar um valor agregado".
O estudo mostra que muitos smartphones e celulares de última geração foram fracassos de venda por causa de sua interface muito complexa para o uso convencional.
A ABI prevê que mais de 500 milhões de aparelhos com touchscreen estarão no mercado até 2012. "Uma boa interface para um aparelho é importante não só para impressionar o usuário, mas também para fornecer um suporte rápido e possibilitar mudanças rápidas e flexíveis de design, além da customização, mantendo um baixo custo de hardware", disse Pandey.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
10 Gadgets para manter a forma
Vou por o link, porque tem várias fotos ai já aparece o texto com as fotos ilustrando...
http://br.tecnologia.yahoo.com/article/071002/48/gjfd7m.html
http://br.tecnologia.yahoo.com/article/071002/48/gjfd7m.html
Corpo humano pode virar recarregador de pilha
A partir de agora, frases coloquiais como "estar com a pilha toda", para quem está cheio de energia e entusiasmo, ou "recarregar as baterias", como sinônimo de descansar para repor forças após um esforço, terão um significado mais literal.Caminhar, dançar, fazer ginástica, correr, trabalhar, andar de bicicleta e outras atividades físicas se transformarão em uma nova fonte de energia para a medicina.
Uma equipe de cientistas britânicos trabalha em um revolucionário aparelho que converte a energia dos movimentos do corpo em eletricidade necessária para alimentar implantes médicos, como um marcapasso.
Com o microgerador SIMM, cujo protótipo está quase finalizado, serão geradas de 10 a 100 vezes mais energia do que com os aparelhos atuais, segundo os especialistas da Zarlink Semiconductor, a cargo do projeto de pesquisa financiado pelo Ministério de Comércio e Indústria do Reino Unido.A sigla SIMM se refere às palavras inglesas "self-energising implantable medical micro-system", ou seja, "microssistema médico implantável auto-energizante".
Trata-se de uma pilha que se implanta no corpo por meio de uma cirurgia menos invasiva. Ela deve substituir as atuais, que têm duração limitada e precisam ser trocadas a cada 7 ou 10 anos, e servir para cada vez mais funções, como o acompanhamento dos marcapassos sem fio.Além disso os SIMM serão uma fonte de alimentação para neuroestimuladores, monitores de atividade, válvulas, bombas de remédios e implantes de cóclea e de retina, e outros dispositivos médicos que cada vez mais implantados no organismo humano.
"Trata-se de um microgerador implantável que evita a cirurgia na medida do possível, reduzindo as situações traumáticas para o paciente e o custo das intervenções e internações no hospital", explica o coordenador do projeto, o médico David Hatherall.Frio, calor e eletricidade
Outros cientistas alemães estão desenvolvendo uma tecnologia que servirá para transformar a temperatura do corpo humano em energia elétrica e possibilitar, entre outras aplicações cotidianas, recarregar a bateria do telefone celular com o calor das mãos. Os especialistas do Instituto de Circuitos Integrados Fraunhofer, na Alemanha, explicam que esta geração de energia é obtida "simplesmente graças à diferença de temperatura entre ambientes quentes e frios".
Frio, calor e eletricidade
Outros cientistas alemães estão desenvolvendo uma tecnologia que servirá para transformar a temperatura do corpo humano em energia elétrica e possibilitar, entre outras aplicações cotidianas, recarregar a bateria do telefone celular com o calor das mãos. Os especialistas do Instituto de Circuitos Integrados Fraunhofer, na Alemanha, explicam que esta geração de energia é obtida "simplesmente graças à diferença de temperatura entre ambientes quentes e frios".
A transformação do calor corporal em energia é alcançada a partir dos mesmos princípios com os quais funciona um gerador termelétrico: uma bomba que em sua forma tradicional pode produzir até 200 milivolts.Os cientistas já conseguiram criar circuitos elétricos que geram 50 milivolts com o calor humano como única fonte de energia, conta o diretor do projeto, Peter Spies.Além de ser útil em aplicações cotidianas, esta nova tecnologia também é voltada para dotar de energia diferentes aparelhos médicos, como medidores de hipertensão, de pulso ou do ritmo cardíaco.
O calor corporal não é a única fonte de energia inovadora para alimentar os utensílios eletrônicos cada vez mais presentes na vida. Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Saint Louis (Estados Unidos) desenvolveram uma bateria para celulares e outros dispositivos portáteis que se alimenta com qualquer fonte de açúcar.
Segundo os criadores, a sacarose dissolvida em água é o combustível ideal, embora a carga também funcione com produtos como o açúcar refinado e até refrigerantes doces.Estes dispositivos, que terão cartuchos recheados com uma solução doce e poderão ser substituídos por outros, funcionam a temperatura ambiente, duram mais tempo que as baterias atuais e não contaminam porque todos os componentes são biodegradáveis.A bateria movida a açúcar pode estar disponível no mercado dentro de cinco anos.
Uma equipe de cientistas britânicos trabalha em um revolucionário aparelho que converte a energia dos movimentos do corpo em eletricidade necessária para alimentar implantes médicos, como um marcapasso.
Com o microgerador SIMM, cujo protótipo está quase finalizado, serão geradas de 10 a 100 vezes mais energia do que com os aparelhos atuais, segundo os especialistas da Zarlink Semiconductor, a cargo do projeto de pesquisa financiado pelo Ministério de Comércio e Indústria do Reino Unido.A sigla SIMM se refere às palavras inglesas "self-energising implantable medical micro-system", ou seja, "microssistema médico implantável auto-energizante".
Trata-se de uma pilha que se implanta no corpo por meio de uma cirurgia menos invasiva. Ela deve substituir as atuais, que têm duração limitada e precisam ser trocadas a cada 7 ou 10 anos, e servir para cada vez mais funções, como o acompanhamento dos marcapassos sem fio.Além disso os SIMM serão uma fonte de alimentação para neuroestimuladores, monitores de atividade, válvulas, bombas de remédios e implantes de cóclea e de retina, e outros dispositivos médicos que cada vez mais implantados no organismo humano.
"Trata-se de um microgerador implantável que evita a cirurgia na medida do possível, reduzindo as situações traumáticas para o paciente e o custo das intervenções e internações no hospital", explica o coordenador do projeto, o médico David Hatherall.Frio, calor e eletricidade
Outros cientistas alemães estão desenvolvendo uma tecnologia que servirá para transformar a temperatura do corpo humano em energia elétrica e possibilitar, entre outras aplicações cotidianas, recarregar a bateria do telefone celular com o calor das mãos. Os especialistas do Instituto de Circuitos Integrados Fraunhofer, na Alemanha, explicam que esta geração de energia é obtida "simplesmente graças à diferença de temperatura entre ambientes quentes e frios".
Frio, calor e eletricidade
Outros cientistas alemães estão desenvolvendo uma tecnologia que servirá para transformar a temperatura do corpo humano em energia elétrica e possibilitar, entre outras aplicações cotidianas, recarregar a bateria do telefone celular com o calor das mãos. Os especialistas do Instituto de Circuitos Integrados Fraunhofer, na Alemanha, explicam que esta geração de energia é obtida "simplesmente graças à diferença de temperatura entre ambientes quentes e frios".
A transformação do calor corporal em energia é alcançada a partir dos mesmos princípios com os quais funciona um gerador termelétrico: uma bomba que em sua forma tradicional pode produzir até 200 milivolts.Os cientistas já conseguiram criar circuitos elétricos que geram 50 milivolts com o calor humano como única fonte de energia, conta o diretor do projeto, Peter Spies.Além de ser útil em aplicações cotidianas, esta nova tecnologia também é voltada para dotar de energia diferentes aparelhos médicos, como medidores de hipertensão, de pulso ou do ritmo cardíaco.
O calor corporal não é a única fonte de energia inovadora para alimentar os utensílios eletrônicos cada vez mais presentes na vida. Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Saint Louis (Estados Unidos) desenvolveram uma bateria para celulares e outros dispositivos portáteis que se alimenta com qualquer fonte de açúcar.
Segundo os criadores, a sacarose dissolvida em água é o combustível ideal, embora a carga também funcione com produtos como o açúcar refinado e até refrigerantes doces.Estes dispositivos, que terão cartuchos recheados com uma solução doce e poderão ser substituídos por outros, funcionam a temperatura ambiente, duram mais tempo que as baterias atuais e não contaminam porque todos os componentes são biodegradáveis.A bateria movida a açúcar pode estar disponível no mercado dentro de cinco anos.
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